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A depressão é um transtorno emocional que segundo a OMS atinge 322 milhões de pessoas no mundo, e no Brasil são cerca de 11 milhões de casos. Cada caso possui sua característica, e para isso é importante conhecermos os tipos de depressão.

E aproveitando que vamos falar sobre como a hipnose pode ajudar no tratamento da depressão, que tal participar de um evento 100% gratuito e focado em mostrar a você a profissão do futuro? Porque sim, é possível faturar um ótimo salário e ainda estar conectado com o seu propósito! Se interessou? Clique aqui para saber mais!

Apesar de grande parte da população pensar que “depressão é tudo a mesma coisa”, podemos dizer que não dá para o transtorno emocional atingir as 322 milhões de pessoas de uma única maneira, não é?

Nesse artigo, além de descobrir os tipos de depressão e como a hipnose pode ajudar, você também verá:

  • O que é depressão?
  • Como surge a depressão?
  • Como tratar os tipos depressão?
  • Quais os tipos de depressão?
  • Como a hipnose ajuda no tratamento dos diferentes tipos de depressão?

O que é depressão?

A depressão faz parte de um grupo de doenças chamado “transtornos emocionais”, dentro dele estão presentes a ansiedade, síndrome do pânico, estresse, burnout, transtorno comportamental emocional e TOC são apenas os principais que atingem nossa sociedade.

Quando falamos em depressão, o Brasil possui a maior taxa da América Latina. 5,8% da população total brasileira sofrem com a depressão, para se ter uma noção real, esse dado equivale à 11 MILHÕES DE PESSOAS só no Brasil.

A depressão é um transtorno caracterizado principalmente por uma tristeza sem fim e falta de interesse em realizar tarefas básicas. Isso quer dizer que estar triste é estar depressivo? NÃO.

A tristeza é uma emoção natural de TODO SER HUMANO, o que a diferencia da tristeza associada a depressão, é que essa por sua vez perdura por um longo tempo, assim, afetando todas as áreas de nossa vida.

O tratamento é duradouro e requer paciência assim também como pode incluir o uso de medicamentos antidepressivos, ansiolíticos e psicoterapia.

Como surge a depressão?

A depressão é silenciosa, não se ouve uma sirene quando ela está se aproximando, e também não possui causa específica.

Existem condições que deixam as pessoas mais vulneráveis a desencadearem a depressão ou não, entretanto, TODOS estamos expostos a esse transtorno que já é considerado o MAL DO SÉCULO.

Você deve estar se perguntando agora, quais são as condições mais comuns que levam às pessoas a sofrerem de depressão.

Essas condições podem ir desde o histórico familiar quanto algum episódio traumático ao longo da vida.

  • Ter na famílias pessoas que sofrem de depressão;
  • Ser vítima de algum episódio traumático como doença grave, crônica, abuso sexual ou a perda de um ente querido;
  • Passar por momentos cheios de mudanças;
  • Uso exagerado de drogas e álcool; 
  • Uso excessivo de alguns medicamentos.

Assim como todos nós estamos expostos a sofrer de depressão, a depressão não escolhe momento certo para dar às caras, e pode surgir em qualquer momento da sua vida.

Claro que alguns momentos possuem agravantes que podem nos deixar mais propensas, entretanto não é uma regra.

Como tratar depressão?

Existem 3 tratamento fundamentais na recuperação de qualquer tipo de depressão. Em alguns casos um fundamento será mais eficaz do que outro, por isso, é INDISPENSÁVEL o acompanhamento médico.

  • Remédios antidepressivos 

Apesar de sempre terem sido tema de discussão, os medicamentos realmente funcionam, isso de acordo com um estudo realizado pela The Lancet.

Segundo a pesquisa, foi realizada a análise de cerca de 21 antidepressivos com cerca de 120 mil pessoas. Depois de 8 semanas, os 21 antidepressivos atingiram a taxa de 50% de redução nos sintomas de depressão, métrica suficiente para serem considerados efetivos.

  • Psicoterapia

A psicoterapia é usada para tratar problemas emocionais, sejam eles grandes ou pequenos, com isso, você pode lidar desde a perda de um ente querido até algum desconforto emocional no trabalho ou algum tipo de depressão citado acima.

Muitas vezes, o motivo da tristeza ou desconforto não é aparente como você leu anteriormente, por isso que a terapia é um espaço especial. A terapia é um espaço seguro que você pode buscar a qualquer momento. 

Essas preocupações afetam nosso bem-estar e nossa vida diária, são nesses momentos que a psicoterapia funciona e nos ajuda a seguir. Durante a terapia, você pode olhar para si mesmo e para seus sentimentos e buscar entender melhor suas emoções.

Quais os tipos de depressão?

Como você viu, existem diversos tipos de depressão. Veja alguns deles:

Depressão Infantil

Você acredita que crianças podem sim sofrer de depressão e que os casos de depressão infantil aumentaram de 4,5% para 8% só na última década?

Pois bem, a depressão infantil atinge crianças de 6 a 12 anos e os motivos podem ir desde o mais “inocente” até aqueles em que sabemos que são difíceis para um adulto, quem dirá para uma criança:

  • Divórcio traumático dos pais;
  • Violência verbal;
  • Violência física.

Quando falamos das crianças, os sinais podem ser mais difíceis de serem observados, por isso, vale a pena sempre conversar com os pequeninos e se atentar a detalhes, como: expressões de tristeza, birras e implicâncias por qualquer coisa, dificuldade na hora de dormir, ausência de apetite e dificuldade em segurar suas necessidades fisiológicas.

Depressão na adolescência

Mais comum que a depressão infantil, os adolescentes são mais sensíveis a sofrer de depressão na adolescência por conta das inúmeras mudanças físicas e psicológicas que passam.

Afinal, a adolescência é a fase em que descobrimos o mundo, e descobertas têm tudo a haver com mudanças.

O adolescente aumenta as chances de sofrer com depressão quando começa a fazer o uso de drogas, sofre bullying na escola ou até mesmo quando se sente pressionado a agradar seus pais.

Os sinais da depressão na adolescência são mais perceptíveis do que os sinais da depressão infantil. Fadiga constante, problemas de memória, choro frequente e falta de interesse em socializar são alguns dos sinais mais comuns da depressão na adolescência.

Depressão maior

Esse é o tipo de depressão mais comum nas pessoas que sofrem com esse transtorno. Seus principais sintomas são tristeza profunda, angústia, dificuldades em dormir e acordar, alterações de humor, falta de apetite, concentração e libido.

Vale ressaltar que TODOS esses sintomas quando associados com a depressão, se estendem por MUITO TEMPO.

A depressão maior se divide em 3 níveis: leve, moderado e grave.

Cada um desses níveis possui um tratamento adequado. Afinal, não é porque a depressão é de nível leve que merece menos cuidado do que um caso de depressão grave.

Sazonal

A depressão sazonal não é muito comum no Brasil, entretanto, como se viu no começo desse texto, 322 milhões de pessoas no mundo sofrem de depressão, por isso, é muito importante falarmos da depressão sazonal.

Países como Estados Unidos, Canadá, Islândia, Dinamarca e Noruega são o centro da depressão sazonal e tudo por conta da falta de sol, já que no inverno esses lugares passam a ter pouca luz natural já que o dia começa tarde e por volta das 14h ou 15h o sol se põe deixando os lugares escuros de novo.

A falta de sol afeta aquelas pessoas que são mais sensíveis e se tornam mais deprimidas com a chegada do inverno intenso.

Distímica

A depressão distímica é conhecida por causar sinais considerados bem leves que perduram por dois anos ou mais.

A pessoa acaba aprendendo a conviver com esses sinais leves já que são praticamente imperceptíveis, e por mais prejuízos que tenha no dia a dia, não compartilha com ninguém a situação pelo qual está passando.

O grande problema da depressão distímica é que com o tempo ela pode ir se agravando rapidamente e provocando danos ainda maiores na saúde mental e física.

Atípica

Esse tipo de depressão é muito curioso, afinal, se os outros tipos de depressão possuem sinais como dificuldade de dormir e falta de apetite, a depressão atípica apresenta sinais contrários como insônia, aumento na vontade de comer, e esse sinais pioram exponencialmente ao final do dia.

Psicótica

A depressão psicótica é uma das mais sérias e preocupantes entre os tipos de depressão. Além dos sinais já mencionados ao longo do texto, junto deles, são somatizados alguns sinais como delírios de perseguição ou a sensação de que algo muito ruim irá acontecer.

Esse tipo de depressão é tão preocupante que em alguns casos as pessoas que sofrem de depressão psicótica passam a confundir a realidade com a fantasia. Por conta disso, passam a sentir que estão mortos. Felizmente, por outro lado, esse tipo de depressão é MUITO RARO não só no Brasil como no mundo.

Mista

A depressão mista vem ganhando destaque dentre os pesquisadores desde o século 19, isso porque seus principais sinais são a irritabilidade, pensamentos acelerados, comportamentos compulsivos quando se diz respeito às compras, relações sexuais e seu modo de reagir com o próximo.

Melancólica

A depressão melancólica possui um diferencial: seus sintomas, como falta de energia e tristeza profunda, são piores no período da manhã.

Esse é o tipo de depressão mais fácil de ser identificado. Afinal, a pessoa que sofre com a depressão melancólica é MUITO RESISTENTE quando o assunto é se consultar com um especialista.

Pós-Parto

A depressão pós-parto é muito conhecida e atinge cerca de 25% das mãos brasileiras. A cada 4 mulheres mais de 1 apresenta sintomas de depressão no período de 6 a 18 meses após o nascimento do bebê.

Isso acontece principalmente por conta da queda na produção de determinados hormônios. 

Após o parto, as mulheres que são mais suscetíveis a desenvolverem a depressão pós-parto desenvolvem o pensamento de que são incapazes de cuidarem do bebê.

Podem também não desfrutar da alegria da maternidade, logo após não sentir alegria com esse momento passam a sentir culpa, o que faz com que a depressão pós-parto prorrogue por longos meses.

Profissão do futuro

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) 5,8% da população brasileira sofre de depressão, essa taxa equivale a cerca de 12 milhões de casos. Com isso, esse é o maior índice da América Latina!

Durante a pandemia o percentual de acompanhamento ou tratamento psicológico ou psiquiátrico atingiu a taxa de 38%. Com isso, podemos ver que existem muito mais pessoas doentes do que profissionais para tratá-las.

Psicólogos e psiquiatras não são os únicos profissionais a cuidarem da saúde mental e exercerem um trabalho de impacto social. Atualmente no mercado, contamos com uma profissão que apesar de recente, sua técnica é milenar.

Estamos falando sobre o hipnoterapeuta, um profissional que usa a hipnose como ferramenta terapêutica para tratar depressão, ansiedade, transtornos emocionais, fobias, doenças respiratórias, traumas de relacionamentos tóxicos crenças e até a fibromialgia. Incrível não é mesmo?

Inclusive, se você ficou curioso para saber como a hipnoterapia age no tratamento da fibromialgia, clique aqui e veja o que falamos sobre esse assunto.

Você conhece a hipnose? Não estou falando da hipnose de palco, aquela em que esquecemos nosso nome, estou falando da hipnose clínica.

Se você ainda não conhece a hipnose clínica, não se preocupe, assista ao vídeo a seguir em que Issao Imamura irá te explicar o que é hipnose e como ela é diferente de tudo o que você já ouviu na vida.

Agora que você entendeu como a hipnose funciona, gostaria de te apresentar a profissão do futuro que falamos ao longo do texto:

A HIPNOTERAPIA!

Que tal agora conhecer a profissão do futuro? Estamos falando da hipnoterapia! Com um mercado em constante ascensão, ainda existem poucos hipnoterapeutas no mercado, embora mais de 300 milhões de pessoas sofram com depressão e outros transtornos emocionais.

Isso significa que existem milhões de pessoas no Brasil precisando de ajuda, de alguém que possa tratá-los. E você pode ser um agente transformador de vidas, tudo isso muito alinhado com o seu propósito!

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