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A insegurança é um sentimento que nos persegue a todo momento, e após o isolamento social que a pandemia do Covid-19 nos trouxe, esse sentimento só se expandiu e a partir daí conseguimos ver a sua verdadeira gravidade.

O Nube (Núcleo Brasileiro de Estágios) realizou uma pesquisa com jovens de 15 a 29 anos de todo o país entre 25 de maio e 5 de junho de 2020. A problemática era: “A crise causada pelo coronavírus afetou sua saúde e bem-estar?”

69,89% dos entrevistados responderam que ficaram mais ansiosos, inseguros, depressivos, desanimados e/ou com alteração constante de humor. 

Por outro lado, 30,11% puderam dedicar mais tempo às atividades físicas e diminuíram o próprio ritmo, o que teve um impacto positivo.

Com base nessa pesquisa, o que eu e você conseguimos enxergar? O que faz com que algumas pessoas se sintam inseguras e outras não?

E você, teve sua saúde mental e emocional afetada por conta da pandemia ou até mesmo por outro motivo? Afinal, quais são os indicadores e situações que nos geram o sentimento de segurança?

É isso o que você vai ver aqui, além de 8 maneiras para lidar com o sentimento de insegurança e finalmente decolar com a sua vida!

 

O que é insegurança?

De acordo com a psicologia, a insegurança emocional é a sensação de desconforto desencadeada pelo sentimento de medo, apatia e incerteza.

Nesses casos, a pessoa insegura sente-se inútil e desesperançosa com tudo ao seu redor, com a sensação de que nada ali vale a pena.

A insegurança é como uma semente, quando plantada passa a precisar de substâncias que trazem nutrientes para seu crescimento.

No caso da insegurança, as substâncias que trazem a nutrição e desenvolvimento do sentimento são as crenças limitantes que estão presentes em nosso dia a dia.

De forma simplista, se o sentimento de segurança nos entrega conforto, tranquilidade e certeza, por outro lado, a insegurança é justamente a falta desses sentimentos.

A insegurança é o ponto inicial quando falamos sobre transtornos mentais, alimentares e emocionais

Segundo a OMS (Organização do Ministério da Saúde) a predominância da depressão ao longo da vida do brasileiro é de 15,5%.

Assim, ocupando a 4º colocação no ranking das principais causas de ônus.

Quando o assunto é tempo vivido com a doença ao longo da vida, essa classificação é ainda mais assustadora, atingindo o 1º lugar com 11,9%, atingindo até 20% das mulheres e 12% dos homens.

Quais os indicadores do sentimento de insegurança?

Agora que você já sabe o que é insegurança, chegou a hora de aprender um pouco mais e conhecer quais são os indicadores desse sentimento.

Então, vem comigo!

Como já falei no começo deste texto, a insegurança é predominantemente a sensação de medo, apatia e incerteza. Mas, não são apenas esses os indicadores desse sentimento.

Quando falamos sobre saúde mental, emocional e crenças limitantes, o leque de indicadores é vasto e pode estar presente nos mínimos detalhes da nossa vida.

Pessimismo

Você sempre vê o lado ruim das coisas? Não importa a situação, os seus olhos estão sempre direcionados para o lado negativo, com isso, você tende a se convencer que tudo vai dar errado?

O escritor e poeta irlandês Oscar Wilde se referia ao pessimista como “uma pessoa que, podendo escolher entre dois males, prefere ambos”.

Logo, podemos ver o pessimismo presente em situações como a descoberta de uma doença, quer exemplo maior que a Covid-19?

Sabemos que quando o assunto é saúde, é traumático recebermos um diagnóstico ruim, porém, a nossa mente é quem comanda tudo.

Por isso, quando a pessoa pessimista recebe um diagnóstico e a única coisa que enxerga é um final trágico, tende realmente a não responder de maneira eficaz ao tratamento.

Solidão

Sentimento de desconexão com o mundo ou com o meio social, são sensações conhecidas por você? Se sim, essas são emoções que precisam de atenção, pois podem apontar para a solidão.

A pessoa insegura, influenciada pelo medo, apatia e incerteza é levada a se isolar de tudo e todos.

O sentimento de ser inútil no meio de tanta gente, traz a sensação de que “não tem diferença” alguma estar ali ou não.

Por isso, acaba naturalmente se isolando como um mecanismo de defesa, mas essa solidão em que se coloca acaba diariamente a encurralando, até o momento em que se sente sem saída podendo chegar a um desfecho muitas vezes fatal.

De acordo com o portal da OPAS (Organização Pan-Americana da Saúde) e OMS (Organização Mundial da Saúde) cerca de 800 mil pessoas se suicidam anualmente, com isso, tornando-se a 2º principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos.

Um cruzamento de dados do IBGE e governo federal, indicou que entre 2014 e 2019 o índice de suicídio no Brasil aumentou 28%, passando de 9,7 mil para 12,4 mil pessoas.

Rejeição

Você já foi convidado para um evento que queria muito ir, mas pensou que não se sentiria bem naquele lugar já que acredita não se encaixar com as pessoas que lá estarão?

Essa situação é típica para muitas pessoas, porém, normalmente elas não enxergam esse empecilho como sintoma de insegurança.

Porém, é provável que você não queria ir a determinado evento por medo de ser rejeitada, às vezes já passou por situações parecidas em que não se sentiu bem e a partir daí tem medo da rejeição se repetir.

Quantas vezes falamos “sim’ para coisas que na verdade não queremos fazer apenas por não querermos chatear alguém? 

A verdade é que toda vez que você diz “sim” quando, na verdade, quer dizer “não”, a única pessoa que se chateia nessa história é você! Preferir chatear a decepcionar alguém é um sinal de que você tem medo da rejeição.

Como é a vida de uma pessoa insegura?

“Não sou bom o suficiente”

“Não consigo ter sucesso no meu trabalho”

“Tenho medo de tomar uma decisão e ser a errada”

“O que será que falarão de mim por causa dessa atitude?”

Essas são simples frases que assombram a vida de uma pessoa insegura, a todo momento se preocupando com o que as pessoas vão achar dela, sente não ser merecedora da vida ou de algum crédito que receba.

Esses questionamentos estão ligados às crenças limitantes que acumulamos durante a nossa vida relacionadas ao medo de não termos uma vida de sucesso, ou até mesmo não sermos felizes.

Insegurança infantil

Crianças que sentem medo de fracassar quando estão diante de situações reais ou imaginárias, são mais propensas a desenvolver aquilo que chamamos de insegurança infantil que nada mais é do que inseguranças em crianças.

Quando a criança sente medo de fracassar, o seu estado emocional, social e comportamental sofrerá alterações, afinal, é a forma como o corpo e mente encontra de reagir defensivamente aquela ameaça.

Identificar as causas e sintomas de insegurança em crianças, nos possibilita formar jovens e adultos melhores, com autoconhecimento e com uma educação desenvolvida quanto à sua saúde mental.

Crianças inseguras são caracterizadas por não confiarem em si e nem no seu potencial, isso influencia na sua vida gerando um grande impacto negativo diante da construção social.

É importante lembrar que a insegurança infantil gera um impacto na vida adulta, afinal, situações como o bullying, abuso sexual, psicológico ou físico, abandono e humilhação são a porta de entrada para problemas na vida adulta.

Insegurança nos relacionamentos

Excesso de cobranças, ausência de satisfação, fortes crises de ciúmes são sinais que despertam em uma pessoa insegura o medo de perder seu parceiro ou amigo.

A psicologia nos mostra que a insegurança em nossos relacionamentos estão mais presentes do que imaginamos e gera um impacto negativo em outros aspectos da relação, como comunicação, autoestima e confiança

Medo de não ser um bom parceiro, bom amigo, medo do fracasso, da rejeição, do desinteresse, são frutos da insegurança presentes em quase todos os relacionamentos que vemos hoje.

Vale lembrar que sentir medo é um instinto natural, porém, a partir do momento que esse medo paralisa a sua vida e passa a ter mais peso que outros sentimentos saudáveis, então, chegou a hora de você acionar o sinal de ALERTA!

O sentimento de inferioridade e carência são ótimos quando o assunto é disparar o gatilho de uma pessoa insegura.

Afinal, a pessoa insegura passa a não se enxergar boa o suficiente para estar naquela relação, começa a idolatrar seu parceiro.

Assim se sentindo indigno daquele sentimento resultando em discussões, desgastes e muitas vezes até em um relacionamento tóxico.

Situações que mais geram insegurança

O nosso dia a dia está repleto de situações que reagimos automaticamente e por isso nem reparamos em nossas atitudes, afinal, muitas vezes julgamos ser um traço da nossa personalidade.

Porém, tudo aquilo que não nasceu conosco e que arrecadamos ao decorrer da nossa vida pode ser deixado para trás. A questão é que isso não nos é ensinado, muito pelo contrário, quantas vezes você já ouviu a seguinte frase:

“se nasci assim, vou morrer assim”.

Como você já sabe, a insegurança está diretamente ligada ao sentimento de medo, apatia e incerteza, logo, circunstâncias que despertem essas emoções, são situações capazes de gerar insegurança.

Violência doméstica

O ambiente doméstico é aquele em que deveríamos nos sentir seguros, afinal, estamos com nossos familiares, aqueles que em tese deveriam nos proteger e amar.

Porém, sabemos que nossa realidade está distante disso.

De acordo com a Folha de São Paulo, 13,4 milhões de mulheres sofreram violência doméstica durante o período de pandemia. 15% das brasileiras presenciaram ao menos 1 dessas situações que você verá a seguir.

  • Humilhação por parte de parentes, companheiros ou ex-companheiros;
  • Agressão física por parte de parentes, companheiros ou ex-companheiros;
  • Ameaças com arma de fogo por parte de parentes, companheiros ou ex-companheiros;
  • Forçadas a terem relações sexuais com parente, companheiros ou ex-companheiros.

Toda essa situação faz com que a pessoa insegura sinta que não é aceita, inferiorizada e incapaz, o que lá na frente acaba influenciando nas relações que construirá.

Bullying 

Bullying. Tenho certeza que você já ouviu falar, agora, a pergunta que não quer calar… Você já sofreu bullying? Ou melhor, você já praticou bullying com alguém?

A verdade é que muita coisa que pensamos não ser bullying, na verdade são e é por isso que eu e você podemos já ter praticado bullying, mas sequer nos demos conta disso.

Atos de agressão e intimidação que são praticados de forma repetitiva contra uma pessoa por simplesmente não aceitá-la.

Pronto, essa é a definição de bullying e o cenário mais propício para ele acontecer é a escola.

As agressões além de serem físicas usando da violência, podem ser verbais, o que nos faz pensar que só porque aparentemente não estamos machucando alguém não é bullying.

No entanto, sabemos que palavras machucam tanto quanto.

O bullying material é aquele que envolve seus pertences.

Quem nunca assistiu ao seriado “Todo mundo odeia o Chris” e não se deparou com o Caruzo batendo, ofendendo e pegando o dinheiro do lanche do Chris?

Pois é, esse seriado que muitas vezes nos arrancou gargalhadas, na verdade estava nos mostrando o bullying de forma escancarada.

Temos também o bullying moral, social e psicológico.

Nesses casos há difamação, exclusão e uma pressão psíquica que impacta na saúde mental do alvo de bullying.

Com o uso da internet, é claro que o bullying iria ultrapassar barreiras e chegar de forma virtual, é o que chamamos de ciberbullying, envolvendo fotos e mensagens em redes sociais.

E claro, por conta da rapidez com que as informações se disseminam, muitas vezes o cyberbullying gera um maior impacto do que o bullying convencional.

Relacionamentos tóxicos

Um relacionamento saudável é aquele em que ambas as pessoas se apoiam, amam e acima de tudo se respeitam.

Toda relação possui brigas e discussões, afinal, são 2 pessoas diferentes se envolvendo.

Porém, apesar dos conflitos, é de extrema necessidade que cada um venha compreender onde começa o limite do outro.

Porém, não é isso o que vimos quando falamos sobre relacionamentos tóxicos.

Protagonizado por parceiros que vivem em uma competição de desrespeito, discussões, pressão e até mesmo violência, um relacionamento tóxico pode te deixar marcas que te acompanham por muito tempo.

Por isso, é importante que saibamos identificar nossos relacionamentos e pensando nisso vou deixar aqui um artigo sobre quais são os tipos de relacionamentos tóxicos.

8 maneiras para lidar com o sentimento de insegurança

  • Ajuste sua rotina de sono

A pessoa insegura tem toda a sua vida impactada, e como você já sabe, a insegurança é o start para o despertar de outros gatilhos como a insônia.

Por isso, é ideal que apesar da dificuldade, a pessoa insegura venha criar uma rotina de sono, assim conseguindo descansar e manter um equilíbrio.

Nem dormindo demais, nem dormindo de menos.

Para isso acontecer, vou te dar algumas dicas:

  • Procure dormir e acordar no mesmo horário ao longo dos dias;
  • Evite o consumo de chocolate e café horas antes de dormir;
  • Jantes algumas horas antes de deitar para conseguir fazer a digestão completa;
  • Deixe de lado o uso de aparelhos eletrônicos.

 

  • Atenção com a sua alimentação

Uma alimentação saudável é o melhor combustível para encarar o dia e as responsabilidades que vem com ele.

Repor os nutrientes que você acaba gastando é imprescindível para que a sua saúde fique alinhada e você não venha ter maiores problemas como a anemia.

Pensando nisso, é importante:

  • Planejar as suas compras: faça uma lista de frutas legumes e verduras que você gosta e insira na sua alimentação diária;
  • Higienize muito  bem os alimentos, afinal, a grande quantidade de agrotóxicos fazem mal a nossa saúde;
  • Respeite as suas vontades, mas saiba dosar para não acabar exagerando.
  • Encaixe prazer na sua rotina

Nossa semana já é muito estressante com o trabalho e os afazeres de casa, e se, além disso, não tivermos uma atividade ou hobby que nos dê prazer.

A tendência é que fiquemos mais desgastados e com isso o sentimento de insegurança vai tomando conta até nos afogar por inteiro.

Então, pense em algo que você goste de fazer:

  • Leia um livro;
  • Tire um tempo para terminar aquela série que você não vê há tempo;
  • Caminhe um pouco pelo seu quarteirão;
  • Se tiver oportunidade, ande de bicicleta;
  • Aprenda a tocar um instrumento novo;
  • Saia para encontrar os amigos.

Nesta etapa, qualquer coisa que lhe proporcione prazer é válida, o mais importante é se desligar um pouco do caos lá fora.

  • Qual o motivo da sua chateação?

Olhe o seu momento atual de angústia por uma perspectiva geral, procure entender qual a sua chateação, de onde ela vem, qual a sua origem, o que desencadeou esse sentimento em você.

Entender o que nos deixou chateados é o primeiro passo para algo muito importante, o autoconhecimento, é a partir dele que conseguimos estabelecer limites em nossas vidas.

  • O que pode ser feito para melhorar?

Agora, se desligue do futuro ou do que você poderia fazer. Foque no que pode ser feito agora, neste momento, no presente.

Claro que essa situação é angustiante, porém é melhor dar pequenos passos em busca da resolução do que esperar que a solução caia do céu, afinal, ela não vai cair.

Dê pequenos passos, pense em estratégias a curto prazo, o que você pode fazer para melhorar a circunstância hoje, depois amanhã, depois semana que vem e por aí vai.

  • Você tem seu próprio tempo

Passamos grande parte da nossa vida ouvindo que não temos tempo a perder.

Porém, isso fez com que a nossa sociedade se tornasse “full time”, como se “parar” fosse um erro enorme.

Entretanto, atropelar processos e a ânsia pelo amanhã é algo que desperta a nossa ansiedade e por conta disso até a frustração, já que nem todas as coisas vão acontecer do jeito que queremos.

Por isso, se olhe com carinho, o seu tempo é sim valioso, mas isso não quer dizer que seja mais valioso do que você.

Então respeite o processo, tenha paciência, quando cruzar a linha de chegada irá perceber que tudo aconteceu no momento que tinha que acontecer.

  • Meditação/Yoga

Essas são duas técnicas que quando praticadas em conjunto trazem benefícios tanto para o corpo quanto para a mente.

Enquanto o yoga é a concentração e prática corporal, a meditação tem relação com a estabilidade mental e esvaziamento da mente.

Então no momento em que ocorre, a pessoa insegura consegue se desvencilhar de suas crenças limitantes.

  • Hipnoterapia

Lembra que no tópico acima eu falei sobre se desvencilhar das nossas crenças limitantes?

Pois bem, dependendo da técnica que usamos para isso, é natural que venhamos viver um vai e volta dessas crenças, afinal, estamos falando da mente e não temos controle sobre ela, certo?

ERRADO!

Como você já ouviu falar aqui e em outros textos do nosso blog também, a nossa mente é dividida em 3 partes: consciente, subconsciente e inconsciente.

Então, ao contrário das outras terapias que possuem acesso somente ao consciente e em alguns casos vão tratar primeiro os sintomas para depois tratar as causas, a hipnoterapia faz o caminho contrário.

Ela se comunica diretamente com o seu subconsciente o que faz com que seja possível mudar pensamentos, hábitos e sentimentos.

Logo, a hipnoterapia é a ferramenta que você procura para de uma vez por todas aprender a lidar com o sentimento de insegurança.

Agora que você já conhece as 8 maneiras para lidar com esse sentimento, chegou o momento em que você pega todo esse conhecimento e coloca-o em prática.

Lembre-se que desde o momento em que você do outro lado da tela decidiu ler esse artigo, você já deu o primeiríssimo passo que é reconhecer o seu estado e querer uma mudança.

Então, se você está ansioso para pôr todas essas dicas em prática, eu preciso te apresentar uma técnica que vai te ajudar a alcançar voos mais altos que o esperado.

Você sabe do que eu estou falando? Não?!

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Para que você não caia nas armadilhas de proteção do seu subconsciente, vou te apresentar o EXPERIÊNCIA OMNI, tenho certeza de que você nunca viu nada igual!

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